A análise prévia do que vai ser comunicado no Big Show da NRF de 2026 nos leva a conclusões e proposta de ações muito mais estruturantes do que em anos passados.
Fiz um resumo como sempre faço do que eles vão falar lá para ajudar quem for a se preparar, quem não for a se sintonizar com o que virá, ou ainda ajudar quem quiser aproveitar a imersão que vou fazer pós NRF na sua empresa. Um dia para trazer tudo isso que está escrito abaixo para o seu pessoal na sua empresa.
Durante muitos anos, o varejo acreditou que bastava ter produto, preço e ponto. Depois veio a fase da tecnologia, do omnichannel, dos dados. Agora, o Big Show do Big Show da NRF 2026 deixa claro: entramos definitivamente na era da consciência estratégica do varejo. Consciência de quem somos, do impacto que geramos, da experiência que entregamos, da cultura que construímos, da inteligência com que operamos e pra que existimos.
Não há mais espaço para improviso. O BIG SHOW DA NRF 2026 não fala de futuro distante. Ele fala do presente imediato. Do que já está acontecendo. Do que já está pressionando as empresas. E, principalmente, do que vai separar quem cresce de quem desaparece.
A mensagem central é dura, mas necessária:
O varejo que não se organizar estratégica, tecnológica e humanamente agora, não terá tempo depois.
1. A inteligência artificial saiu do discurso e entrou no caixa
A NRF não trata mais a IA como tendência. Trata como infraestrutura invisível do novo varejo. Ela está no atendimento, no estoque, no preço, no marketing, na logística, na personalização, no CRM, no antifraude, no planejamento.
A lógica é simples:
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Quem usa IA decide mais rápido.
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Quem decide mais rápido, aprende com os erros, aos poucos erra menos, ganha mais margem e giro.
Mas há um ponto delicado que a NRF coloca com força: não é sobre substituir pessoas. É sobre liderar e liberar pessoas para fazerem o que nenhuma máquina faz: criar vínculo, empatia e confiança.
2. A experiência virou o verdadeiro produto
Mesmo antes do Big Show da NRF 2026, já se anuncia de forma escancarada: o cliente não compra mais apenas o que você vende. Ele compra como você faz ele se sentir.
A loja física deixa de ser só ponto de venda. O e-commerce deixa de ser só uma vitrine digital. O aplicativo deixa de ser só um canal.
Tudo vira uma só coisa:
uma experiência intrigante e impactante que começa sendo sem limites, sem atrito, sem ruído, sem frustração.
Quem não se planejar para entregar essa experiência e continuar tratando canais como silos vai perder o cliente no meio do caminho.
3. O varejo virou uma empresa de dados (goste ou não)
Tudo que se discute pré-NRF deixa bem claro:
Agora o jogo é outro:
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previsão de demanda,
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comportamento em tempo real,
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decisão automatizada,
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personalização profunda.
O novo executivo de varejo não pode mais ser apenas “comercial” ou apenas “operacional”. Ele precisa ser estrategista, analítico e humano ao mesmo tempo.
4. Margem virou sobrevivência
O discurso mudou. Antes era crescer. Agora é crescer com eficácia mantendo a competência apesar do crescimento.
O varejo está sendo esmagado por:
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custos logísticos,
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devoluções,
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guerra de preços,
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pressão do consumidor por conveniência.
Por isso, o Big Show da NRF 2026 vai falar sobre:
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automação,
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operações integradas,
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logística reversa,
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varejo circular.
Não é sustentabilidade romântica. É sustentabilidade financeira e operacional.
5. As pessoas voltaram a ser o centro do jogo
Talvez este seja o ponto mais bonito do Big Show da NRF 2026.
Depois de anos idolatrando máquinas, o varejo percebeu que:
sem gente preparada, engajada e respeitada, não existe inovação que funcione.
A NRF 2026 mostrará com profundidade:
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engajamento de equipes de loja,
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liderança empática,
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cultura organizacional adaptável,
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formação contínua.
Porque não existe transformação digital sem transformação humana.
6. Liderar em 2026 é liderar no caos com estratégia
O líder do novo varejo vive pressionado por:
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metas agressivas,
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mudança tecnológica constante,
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consumidores impacientes,
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necessidade de trabalhar muito para construir times muito competentes
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times exaustos.
A NRF aponta um novo tipo de liderança:
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menos autoritária,
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mais consciente,
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menos hierárquica,
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que conhece a importância de trabalhar com times cada vez mais autodisciplinados,
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mais inspiradora e desafiadora: justa e muito exigente.
Liderar agora é: sustentar a pressão sem perder a humanidade.
No fundo, o big show da nrf 2026 mostrará
Se eu tivesse que resumir tudo em uma única frase, eu diria:
O varejo entrou definitivamente na era da inteligência, da eficiência absoluta e da experiência emocional como diferencial competitivo.
Quem não entender isso: vai brigar por preço, perder margem, perder equipe e perder cliente. Quem entender vai construir marca, construir reputação, ser a marca favorita dos seus clientes e construir resultado duradouro.










